sábado, 24 de novembro de 2012

O que eu vou ser quando crescer?




Tá legal, eu já cresci! E ainda assim, não sei bem responder essa famosa perguntinha.
Quando somos crianças somos bombardeados por ela, seja pela tia que sempre vem almoçar aos domingos ou por nossos próprios amiguinhos. Todo mundo passa pela experiência de escolher uma ou várias profissões nesta fase.
Alguns abraçam uma "causa" e seguem firmes e fortes. Outros, ontem eram dentistas, hoje são professores e amanhã serão cantores famosos.
Eu cresci com mãe-solteira e professora. E confesso que sempre acreditei que trilharia os mesmos caminhos, mas não foi bem assim. Me apaixonei por diversas profissões, curiosamente algumas sem nexo algum.
Mesmo com todas estas paixões e incertezas, encarei o vestibular e decidi no último minuto do segundo tempo que faria Direito. E é sério, foi no último instante mesmo, eu tinha passado para vários cursos, afinal eu como boa vestibulanda quase rodei todo o país fazendo provas hahahahaha.
Hoje, estou finalizando o terceiro ano do curso e tenho duas certezas: (1)não me arrependo da escolha e (2)esta não seria a minha opção se eu voltasse a três anos atrás. Contraditório não?
Mas eu te respondo. Não, não é contraditório. Nós crescemos e essa trajetória nos faz ver o passado com outros olhos. Hoje eu sei que os meus medos de mergulhar de cabeça e de não seguir o coração nem sempre me livrarão de cair em uma furada.
Na minha humilde opinião, em geral, não escolhemos o que vamos ser. Na verdade, somos influenciados por uma série de coisas. E não falo isso somente analisando minha experiência, eu falo pensando que na fase em que somos "obrigados" a decidir carecemos de maturidade.
Então aqui vão as MINHAS dicas. Estou gritando o MINHAS justamente pra mostrar que não me responsabilizo se você decidir segui-las e se decepcionar. Enfim, o que importa é que quero dizer que, se você não se sentir seguro ao dar a resposta da perguntinha título do post, não se castigue por isso. É normal, de verdade!
Sendo assim, busque o auto conhecimento, converse abertamente com as pessoas do seu convívio, escute todos os conselhos mas, não os tome como verdade absoluta, indague, conteste, questione e faça suas escolhas. Isso mesmo, suas escolhas, quantas forem necessárias para lhe fazer feliz.